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A MakerDAO inventou a stablecoin descentralizada (DAI) em 2017. Hoje, rebatizada de Sky, fatura cerca de US$ 430 milhões por ano, tem mais de US$ 11 bilhões em stablecoins on-chain e é o maior alocador em fundos tokenizados, com posições no BUIDL da BlackRock e na Janus Henderson.
Desde 13 de agosto, metade do superávit líquido vai para quem faz staking de SKY, e dai entrou no Burn, baby, burn 🔥🔥🔥
Em setembro, o Standard Chartered iniciou cobertura, chamando a Sky de “banco central do DeFi”.
No papel, parece a tese perfeita. No novo Intelligent Report da FinTrender, mostramos por que ela é mais apertada do parece (por enquanto?):
Só ~15 centavos de cada dólar de receita chegam ao token. Poupadores de sUSDS e os Agents recebem antes. O detentor fica com metade do que sobra.
O prêmio é magro. ~5,3% aos stakers contra ~3,5% no sUSDS: cerca de 2 pontos a mais por assumir o risco de primeira perda.
O SKY é o colchão. As reservas somam ~US$ 82–92M (US$150M é o objetivo) para uma carteira de ~US$ 11B. Perdas acima disso são cobertas emitindo SKY novo.
O burn é quase todo redistribuição. US$ 125M em recompras e só 2,86M SKY efetivamente queimados.
O payout é um voto, não um direito. A regra já mudou duas vezes em 18 meses, com o fundador e um veículo listado concentrando a governança.
A incógnita principal: o que carregam ~US$ 4,3B da carteira dos Agents, sem divulgação clara.
O report traz ainda a ponte completa da receita ao token, cap table dos insiders, histórico de crises, cenário competitivo frente a USDT e USDC e valuation com cenários bear, base e bull para 2028, confrontando o alvo de US$ 0,325 do Standard Chartered.
O teste da tese Fintrender: se a Sky vence, o SKY vence?? Sim, mas com metade do bolo e por último na fila. 🤔
Abcs,
Gustavo Cunha
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